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Expedições↓

MUSA
Manaus, AM

Oito dias que vão transformar a sua maneira de ver o mundo.

Uma imersão acadêmica e uma experiência integrada.

Por que embarcar na Expedição Amazônia 21?​

Viver experiências, absorver conteúdo acadêmico de alta qualidade com profissionais e líderes de referência, gerar e disseminar conhecimento em torno do debate econômico e ecológico. Tudo isso e muito mais, tendo a Amazônia como uma grande sala de aula.

Aula especial com Raimunda Saracá, fundadora da comunidade Saracá, professora, parteira, criadora do 1º time feminino de futebol da região do médio Rio Negro. 2ª Expedição Amazônia 21 – 2019
Aula especial com Raimunda Saracá, fundadora da comunidade Saracá, professora, parteira, criadora do 1º time feminino de futebol da região do médio Rio Negro. 2ª Expedição Amazônia 21 – 2019

"O segredo sobre fazer mudanças é não focar toda sua energia lutando contra o velho, mas sim construindo o novo."

Sócrates

Você já reparou como a falta de formação e conhecimento em sustentabilidade limitam suas oportunidades profissionais no século 21?

SUSTENTABILIDADE

EDUCAÇÃO

IMERSÃO

"O segredo sobre fazer mudanças é não focar toda sua energia lutando contra o velho, mas sim construindo o novo."

Sócrates

Você já reparou como a falta de formação e conhecimento em sustentabilidade limitam suas oportunidades profissionais no século 21?

SUSTENTABILIDADE     EDUCAÇÃO     IMERSÃO SUSTENTABILIDADE     EDUCAÇÃO     IMERSÃO SUSTENTABILIDADE     EDUCAÇÃO     IMERSÃO
SUSTENTABILIDADE     EDUCAÇÃO     IMERSÃO SUSTENTABILIDADE     EDUCAÇÃO     IMERSÃO

Detalhes da Expedição

O que é a expedição?

Em um mundo onde os recursos naturais estão cada vez mais escassos e as práticas insustentáveis ameaçam a biodiversidade e o equilíbrio ecológico, profissionais de todas as áreas enfrentam o desafio de encontrar soluções que conciliem crescimento econômico e sustentabilidade ambiental. Sem uma ação coordenada e bem-informada, o futuro das próximas gerações e da própria Amazônia está em risco. A Acae tem como motivação contribuir com a formação de estudantes e profissionais, através da pedagogia significativa que concilia um ambiente de interatividade transdiciplinar e horizontal entre participantes, a vivência na Amazônia de Manaus e seu entorno, e o acesso ao conhecimento científico de ponta em bioeconomia, sustentabilidade, práticas ESG, negócios de impacto, crédito de carbono, turismo de base comunitária, populações tradicionais, mudanças climáticas e muito mais.

4 dias em Manaus:

  • Visitas Institucionais
  • Visitas a museus e sítios de pesquisa
  • Aulas especiais

4 dias em embarcação:

  • Parque Nacional de Anavilhanas
  • Visitas a comunidades ribeirinhas
  • Visita a comunidades indígenas
  • Visitas a unidades de conservação
  • Visita ao Museu do Seringal
  • Atividades ao ar livre
  • Trilhas na floresta
  • Conversas com lideranças locais

A Expedição Amazônia 21 é voltada para todas as pessoas que buscam um aprendizado de ponta em torno da sustentabilidade e dos desafios socioeconômicos, dentro do contexto do século 21. Através dos temas abordados, vivências e aprendizados, preparamos o grupo participante para tais desafios, tendo como espaço de pesquisa a Amazônia e tudo que ela tem para ensinar. Podem fazer parte dessa experiência estudantes em fase de graduação e pós-graduação em diversas áreas, empreendedores (as). São pessoas que buscam ampliar sua visão sobre ecologia, debater novas interconexões entre ciência econômica e o problema ambiental na atualidade, e de alguma forma, tentam trazer luzes quanto à base de pensamento sobre sociedade humana e meio ambiente.

Professora na Universidade Federal do Amazonas

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Nacional de Buenos Aires – Argentina, mestrado em Ecologia pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e doutorado em Biologia de Água Doce e Pesca Interior pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia em 1999. Possui vasta experiência em avaliação e acompanhamento de pós-graduação, cooperação científica internacional, gestão de redes de pesquisa e inovação, financiamento público de pesquisa e inovação, gestão pública de C, T&I, elaboração de editais públicos de C, T&I e gestão estratégica. É professora titular da Universidade Federal do Amazonas- UFAM. Participa do comitê curatorial de conteúdo da Academia Amazônia Ensina.

Pesquisador no Instituto de Pesquisa da Amazônia (INPA)

Biólogo com PhD pela Universidade de Michigan, é pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), Manaus, desde 1978. É pesquisador 1-A de CNPq e membro da Academia Brasileira de Ciências. Ganhou os prêmios Wessel, Ford, Benchimol, Chico Mendes, Scopus e FAPEAM. São disponíveis aqui suas mais de 800 publicações científicas e 700 de divulgação. Foi identificado em 2006 como o segundo cientista mais citado no mundo na área de aquecimento global, em 2011 como sétimo em desenvolvimento sustentável, em 2020 como “mais influente” no Brasil na área de ecologia e em 2021 na área de mudanças climáticas, e em 2023 como “melhor” (maior índice “D”) em ecologia e evolução e como “melhor” (maior índice “c”) nas grandes áreas de biologia e agrárias e nas sub-areas de ecologia e ciência florestal.

Pesquisadora no Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA))

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (1985), mestrado em Biologia (Ecologia) pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (1989) e doutorado em Ecologia de Ecossistemas pelo Instituto de Ecologia da Universidade da Geórgia (1995). É pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia e funcionária de carreira do MCTI. Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em Manejo de Áreas Degradadas, atuando principalmente nos seguintes temas: dinâmica da vegetação secundária, fragmentação florestal rural e urbana, regeneração florestal e agroflorestal, conservação da biodiversidade e manejo ambiental. Foi Coordenadora de Extensão do INPA entre 2016-2023, dedicando-se à divulgação científica, extensão rural e divulgação científica. Atualmente é Secretária Nacional de Biodiversidade, Florestas e Direitos dos Animais do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas.

Empreendedor e líder local da Comunidade Tumbira (RDS do Rio Negro)

Nascido e criado às margens do Rio Negro, é ribeirinho, empreendedor comunitário com Pousada do Garrido, líder local e ativista ambiental. A comunidade onde ele mora, fica a uma hora e meia de distância, com um passeio de barco de Manaus, é chamada de Comunidade do Tumbira, e fica dentro da Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Negro. É um modelo de como uma boa gestão e execução de projetos pode gerar resultados positivos, beneficiando seus moradores em diversas áreas, além de proporcionar geração de renda por meio da conservação da floresta em pé.

Zoologista para Educação Ambiental do Museu da Amazônia

Possui graduação em Ciências Naturais pela Universidade Federal do Amazonas – UFAM e mestrado em Zoologia, também pela UFAM, com o estudo de biogeografia de ilhas amazônicas, utilizando as aranhas como modelo. Atualmente membro efetivo do Museu da Amazônia – MUSA atuando nas áreas de ecologia e comportamento de aranhas, assim como educação ambiental e turismo científico onde utiliza a fauna e flora amazônicos como ferramentas para divulgação científica, educação ambiental e turismo científico na cidade de Manaus. Possui como áreas de interesse Ecologia, Taxonomia, Etologia, Biologia evolutiva e Entomologia, principalmente do bioma floresta amazônica.

Caio José Perecin

Diretor de Operações no Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA).

Formou-se em Ciências Físicas e Biomoleculares pelo Instituto de Física de São Carlos, USP. É doutor em Físico-Química pelo Instituto de Química de São Carlos, Universidade de São Paulo (IQSC/USP). Durante o doutorado, atuou como pesquisador visitante no Dipartimento di Chimica, Materiali e Ingegneria Chimica “Giulio Natta” da Politecnico di Milano. Mestre em Bioengenharia pelo IQSC/USP, com pesquisa focada na preparação de nanopartículas superparamagnéticas para aplicações em tratamento de câncer por hipertermia e carreamento de fármacos.
Antes de sua atuação no CBA, Caio Perecin desempenhou funções relevantes no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), onde coordenou projetos técnicos e a unidade IPT Amazônia, contribuindo para a expansão das atividades do instituto na região Norte do Brasil. No Centro de Bionegócios da Amazônia, Caio Perecin lidera operações focadas no desenvolvimento de modelos de negócios sustentáveis baseados na biodiversidade amazônica. Sua gestão tem sido fundamental para a promoção da bioeconomia na região, integrando pesquisa científica e inovação tecnológica com o objetivo de agregar valor aos recursos naturais e fomentar o desenvolvimento socioeconômico local.

Sua liderança é reconhecida por promover a sinergia entre instituições de pesquisa, universidades, empresas e comunidades locais, visando transformar o potencial da biodiversidade amazônica em oportunidades concretas de negócios sustentáveis.

Consultora Especialista em Temas Ambientais

Possui graduação em Engenharia Florestal pela Universidade de Brasília – UnB (2007), mestrado em Ciências de Florestas Tropicais – Área de concentração Manejo Florestal pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA (2010) e trainee em Sistemas de Informações para gestão da Biodiversidade pela JICA (Japanese International Cooperation Agency – Japão (2010). Atualmente, atua como gerente de projetos, analista de negócios e consultora independente em projetos de inovação, tecnologia, ciência de dados e sistemas inteligentes com ênfase nos temas: recursos naturais, florestas, comando-controle e combate ao desmatamento e degradação florestal, adaptação e mitigação às mudanças climáticas, bioeconomia e populações tradicionais, agropecuária sustentável e gerenciamento para a inovação rural.

Mestre em conservação da biodiversidade e desenvolvimento sustentável

Amazonense nascido em Manaus. Graduado em Gestão Ambiental e em Ciências Biológicas. É Mestre em Taxonomia e Sistemática de Poríferos Amazônicos, e Mestre em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável. Pelos últimos 10 anos tem viajado e trabalhado com os mais variados projetos por toda a Amazônia, como Fellow da WWF, Smithsonian, XPRIZE, Opportunity Collaboration, National Geographic Society Explorer, entre outros, e se descoberto como parte da terra onde nasceu e cresceu. Acima de tudo, se identifica como um Amazônida, apaixonado pela cultura, biodiversidade, pessoas e saberes.

Superintendente de Desenvolvimento Sustentável de Comunidades na FAS

Nascida em uma comunidade quilombola no interior do Pará, Valcléia dos Santos Lima Solidade é uma líder inspiradora e uma defensora incansável do desenvolvimento sustentável e da justiça social. Formada em Gestão Pública e especialização em Inovação e Difusão Tecnológica, possui 28 anos de experiência em projetos socioambientais, destacando-se por sua dedicação e impacto significativo nas comunidades da Amazônia. Iniciou sua jornada no Projeto Saúde e Alegria, no Pará. Posteriormente, assumiu a coordenação e gestão do Programa Bolsa Floresta (PBF), implementado pela Fundação Amazonas Sustentável (FAS), onde atualmente é Superintendente de Desenvolvimento Sustentável de Comunidade. Valcleia também compõe o Conselho Consultivo da REMAF (Rede de Mulheres das Águas e da Floresta), onde continua a promover a igualdade de gênero e o fortalecimento das mulheres nas comunidades ribeirinhas e florestais. Além disso, ela integra a Comissão Nacional de Políticas Educacionais para as Juventudes, contribuindo para a formulação de políticas que visam a educação inclusiva e o desenvolvimento integral da juventude brasileira.

Mari Batista de Souza

Monitora no Museu Seringal Vila Paraíso

Técnica em guia de turismo desde 2017 e monitora no Museu Seringal Vila Paraíso desde 2014. Mari, como é conhecida, é uma pesquisadora ativa da história Amazonense e de sua própria história como mulher amazônida. Nascida em Parintins, cidade que fica às margens do rio Amazonas, na Ilha de Tupinambarana. Mundialmente conhecida pelo Festival Folclórico de Parintins, um evento cultural de grande magnitude que celebra a tradição amazônica por meio da disputa entre os bois-bumbás Garantido e Caprichoso. Como não poderia deixar de ser, Mari carrega a cultura vibrante de sua terra. A visita ao museu conduzida por Mari, é um aula entusiasmada e inspiradora sobre a história e a cultura amazônica do ponto de vista de quem pertence a esse lugar.

Nelson

Empreendedor e líder local da Comunidade Santa Helena do Inglês (RDS do Rio Negro)

Filho do Rio Negro, Nelson tem raízes profundamente conectadas à vida ribeirinha, pescador tradicional que alia o conhecimento ancestral ao empreendedorismo, promovendo iniciativas que fortalecem a sustentabilidade e a autonomia da comunidade.
Além da pesca tradicional, Nelson é um dos principais articuladores dos festivais locais e campeonatos de futebol. Também atua com turismo de base comunitária, projetos de energia limpa, projetos de identificação de espécies amazônicas, entre outros. É um grande conhecedor dos ecossistemas da região e as dinâmicas socioculturais que moldam a vida ribeirinha. Seu trabalho reflete o equilíbrio entre tradição e inovação, tornando-se um exemplo de como as comunidades amazônidas estão encontrando soluções para superar os desafios contemporâneos.

Denis Benchimol Minev

Líder empresarial, investidor de negócios de impacto e defensor do desenvolvimento sustentável na Amazônia

Atua como diretor-presidente da Bemol, uma das principais redes varejistas da Amazônia Ocidental. Possui graduação em Economia e mestrado em Estudos Latino-Americanos pela Universidade de Stanford. Posteriormente, concluiu um MBA pela Wharton School da Universidade da Pensilvânia. Iniciou sua carreira como analista financeiro na Goldman, Sachs & Co., em Nova York, atuando em Finanças Estruturadas e Mercados Emergentes entre 1999 e 2001. Entre 2007 e 2009, exerceu o cargo de Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico do Estado do Amazonas, período em que contribuiu para a criação de instituições voltadas à conservação e desenvolvimento sustentável, como a Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e o Museu da Amazônia (Musa). À frente da Bemol, Denis tem liderado a empresa em direção à inovação e à responsabilidade socioambiental, integrando práticas sustentáveis e promovendo o desenvolvimento econômico na região. Além disso, é cofundador e ex-membro do conselho da Fundação Amazônia Sustentável, organização dedicada à promoção do desenvolvimento e conservação em comunidades da Amazônia Brasileira.

Vanda Witoto

Vanda Witoto nasceu em 1987, na Aldeia Colônia, no Alto Rio Solimões — município de Amaturá, no Amazonas — e é descendente do povo indígena Witoto. Ela se destaca como ativista pelos direitos indígenas, pela valorização da cultura amazônica e pela promoção da saúde e educação entre comunidades urbanas e rurais. Vive e é uma das lideranças do Parque das Tribos, maior bairro indígena do Amazonas. Durante a pandemia de Covid-19, ganhou visibilidade nacional: foi a primeira indígena vacinada no Amazonas, simbolizando a luta pela inclusão e proteção dos povos indígenas urbanos. Possui ainda formação em Pedagogia pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e também é técnica de enfermagem. Vanda ainda está à frente de projetos como a Casa de Conhecimento Ancestral, Instituto Witoto e do empreendimento Ateliê Derequine.

A Expedição Amazônia 21, é uma jornada aberta ao público em geral, proporcionando atividades e elementos mobilizadores que oferecem uma ampliação da visão sobre ecologia e sociedade contemporânea no contexto amazônico do século 21. Cada expedição, tem como ponto de partida a cidade Manaus, e é planejada pela nossa equipe especializada, criando ambientes para que a troca transdisciplinar se torne ainda mais mobilizadora e transformadora para as pesquisas e desenvolvimento profissional de cada integrante do grupo. Veja alguns dos temas:

  • Serviços Ecossistêmicos da Amazônia (SE): Os Serviços Ecossistêmicos são os benefícios que as pessoas obtêm da natureza, como água limpa, polinização e regulação do clima. Florestas Tropicais Úmidas como a Amazônia, são fontes abundantes de serviços ecossistêmicos e fundamentais para o planeta e é importante compreender como a conservação das florestas afeta esses serviços. Durante a expedição, compreendemos como a conservação das florestas afeta esses serviços.
  • Unidades de Conservação: As Unidades de Conservação são fundamentais para a proteção da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos. Na Amazônia Legal, existem 351 Unidades de Conservação, ao longo da expedição temos a oportunidade de compreender suas dinâmicas de funcionamento, como podem ser aprimoradas e ampliadas.
  • Economia Ecológica: A economia ecológica busca entender como a economia e o meio ambiente estão interligados e de que forma é possível promover o desenvolvimento econômico sem degradar o meio ambiente. Esta temática é recorrente nos debates propostos ao longo da nossa programação.
  • Biodiversidade: É o conjunto de todas as formas de vida presentes na Terra, incluindo a variedade de espécies, genes, ecossistemas e processos ecológicos. A biodiversidade é fundamental para a manutenção da vida no planeta e para o bem-estar humano, além de ter um valor intrínseco inestimável. A Amazônia sendo a maior floresta tropical do planeta possibilita continuas pesquisas e desenvolvimento de medicamentos, sendo 1/4 deles advindos de florestas tropicais. Em nossa expedição, dialogamos com especialistas em biodiversidade tropical.
  • Populações Ribeirinhas e Indígenas: Têm um papel crucial na preservação da biodiversidade, pois vivem em estreita conexão com a natureza e seus recursos naturais. No entanto, essas populações enfrentam desafios como a pressão da expansão econômica e degradação ambiental, além de problemas sociais e de acesso a serviços básicos. Em nossa expedição na Amazônia, dialogamos com lideranças locais e visitamos algumas dessas comunidades trazendo uma ampla visão de problemáticas sociopolítica e econômica.
  • Negociações Climáticas Internacionais: São importantes para enfrentar desafios globais, como a mudança climática e a perda da biodiversidade. Essas negociações envolvem acordos internacionais, como o Acordo de Paris (2015), e buscam estabelecer metas e medidas para a mitigação e adaptação aos efeitos do aquecimento global. Em nossa expedição convidamos especialistas no assunto, para apresentar como estas metas e acordos internacionais afetam diretamente em nossas vidas.
  • Papel das Florestas nas Mudanças Climáticas: é fundamental para a mitigação das mudanças climáticas, pois as florestas atuam como sumidouros de carbono e ajudam a reduzir as emissões de gases de efeito estufa. As florestas também são importantes para a preservação da biodiversidade e para o sustento de populações locais. Nos reunimos com instituições e especialistas, para melhor compreensão acerca de temas como crédito de carbono e bioeconomia.
  • Mecanismos de Financiamento disponíveis por meio do Programa Prioritário da Lei da Informática e do Programa Prioritário de Bioeconomia (PPBio): são fundamentais para a viabilização de projetos em áreas estratégicas. O incentivo financeiro do governo pode alavancar investimentos em áreas de inovação e tecnologia, estimulando a criação de novas empresas e a geração de empregos. Em nossa expedição, apresentamos Manaus como um polo para iniciativas inovadoras dispostas a conciliar desenvolvimento economico e conservação ambiental.
  • Empreendedorismo e a Bioeconomia: são temas que estão em alta no mundo dos negócios. A combinação desses dois elementos pode gerar oportunidades inovadoras, criando produtos e serviços com base em recursos biológicos e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região. Ao longo de nossa expedição, apresentamos diveros cases e conversamos com diferentes empresas e start-ups que desenvolvem negócios sustentáveis na Amazônia Legal.
  • Zona Franca de Manaus: é um importante Polo Industrial que tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento da região. A atração de empresas de diversos setores e a geração de empregos têm contribuído para o crescimento econômico local, consolidando a região como um importante centro industrial e tecnológico. A Academia em suas expedições convida profissionais estratégicos que atuam neste área.

 * Os temas podem variar de acordo com a configuração de cada expedição.

O processo seletivo para a Expedição Amazônia 21 acontece através de uma seleção dívida em duas fases.

A primeira fase é a inscrição  por meio de formulário de avaliação disponível no nosso site, que será analisado por um comitê avaliador da Acae®. Após análise, a equipe entrará em contato para informar o resultado e, em caso positivo, será marcada uma entrevista remota. Essa entrevista remota será com representantes do comitê avaliador da Acae®, e consiste na segunda fase do processo seletivo. Serão avaliadas a exposição de ideias, atividades acadêmicas e experiências práticas relacionadas com os temas propostos e que serão debatidos na Expedição.

Como comprovação de sua participação e do conhecimento adquirido, cada participante receberá um certificado de conclusão da Expedição Amazônia 21. Este certificado é uma importante adição para seu currículo e uma lembrança duradoura da experiência única e inesquecível que o(a) participante teve a oportunidade de viver. Além de comprovar as aulas e carga horária abordadas, com seus respectivos palestrantes mencionados.

Datas da Expedição
Amazônia 21

Expedição Amazônia 21 | 10ª edição

24.01.2027 a 31.01.2027

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